Coletânea de referências sobre o Poro e seus trabalhos
(e/ou sites onde há outros trabalhos do Poro)
*Se você publicou algum texto, artigo, reportagem ou outro material sobre o Poro, escreva pra gente, vamos ficar felizes em saber.
**Caso encontre algum link quebrado nesta página, gentileza entrar em contato avisando, pra podermos consertar.
***Alguns dos sites citados aqui tinham saído do ar, mas conseguimos recuperar as informações através do projeto WayBackMachine do Archive.org, uma iniciativa incrível de memória da internet. Os links acessíveis a partir de backups desse projeto estão indicados abaixo.
> Livros
Intervalo, Respiro, Pequenos Deslocamentos – Ações poéticas do Poro
https://poro.redezero.org/livro/
Livro que traz um panorama das intervenções urbanas do Poro e oito textos inéditos escritos por especialistas de diversas áreas. Publicado pela Editora Radical Livros, 2011.
» Veja também outras publicações realizadas pelo Poro
Vaievem: livro de ensaios fotográficos sobre as ferrovias de Minas Gerais
Livro reúne ensaios fotográficos do Poro, João Castilho, Rosângela Rennó, Cao Guimarães, Pedro Motta e Francilins. Apresenta também textos de Alícia Duarte Penna, Ana Martins, Maria Esther Maciel e Marcos Dezuza. Publicado pela Editora Binóculo, 2012.
Ser artista: livro de entrevistas
Livro sobre o universo das artes visuais que traz entrevistas de 22 artistas, entre eles: Poro, André Parente, Felipe Barbosa, Lia do Rio, Pedro Motta, Rodrigo Braga e Rosana Ricalde. Publicado pela Editora Binóculo, 2013.
> Dissertações e Teses
“Arte contemporânea e o campo expandido da comida: criação de redes e imaginário crítico sobre sistemas alimentares” – Dissertação de Mestrado de Marcelo Terça-Nada, defendida em 2024 na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (EBA – UFBA). Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 7-12, 16, 21-22, 28, 31, 76-106, e 178-188.
Disponível para download em:
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40730
Link alternativo
Resumo: Esta pesquisa investiga como algumas obras de arte contemporânea se relacionaram de maneira sistêmica com a comida e como contribuem para a formação de um imaginário crítico e poético sobre sistemas alimentares. As principais obras abordadas têm em comum terem sido criadas por coletivos de artistas ou a partir da proposta de um artista e realizadas através de uma rede de colaboradores, muitas vezes, envolvendo variados públicos. A pesquisa está dividida em duas partes: Canteiros e Fazer junto. Em Canteiros são abordadas três referências históricas das décadas de 1960 a 1980: a série Inserções em circuitos ideológicos de Cildo Meireles; Arte de Sistemas do conceitualismo argentino do CAYC – Centro de Arte y Comunicación (Centro de Arte e Comunicação); e os projetos de Joseph Beuys com múltiplos e alimentos. Em Fazer junto, são abordadas produções artísticas realizadas no Brasil no período entre 2002 e 2019: as obras do Poro que tem relação com alimentos, cozinhar, imaginário gráfico, picnic, comida de rua e espaço público; obras do coletivo Thislandyourland relacionados a questões da terra, incursões agroalimentares, autonomia, colheitas e preparos comunitários; e, por fim, obras de Jorge Menna Barreto que operam as relações entre alimento-paisagem-sociedade, agrofloresta, comida, lugares e contextos específicos.
“Arte Colaborativa na Cidade: Um Estudo de Caso dos Coletivos PORO, GIA e OPAVIVARÁ!” – Tese de Doutorado de Ludmila Britto, defendida em 2018 na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (EBA – UFBA). Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 1-22, 29, 38-39, 51-52, 58-59, 62-75, 80-84, 95-100, 121-126, 130, 141-145, 148-149, 162-166, 183-185, 207-214 e 225-229.
Disponível para download em:
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/25803
Resumo: Esta tese é uma investigação sobre coletivos artísticos que buscam, em diferentes espaços das cidades, articular intervenções urbanas, numa tentativa de propor novos usos para tais espaços, reinventado-os e reconfigurando-os, produzindo deslocamentos micropolíticos na sua lógica de funcionamento, e afetando, na esfera simbólica e sensível, os citadinos. Os coletivos PORO, GIA e OPAVIVARÁ são os focos da presente pesquisa, que buscou investigar seus precursores e devidas influências históricas, analisando sua relevância e participação na produção social do espaço. A partir de Milton Santos, a cidade foi compreendida como uma obra aberta, em constante processo de construção, atravessada por uma infinidade de ações e de processos. Os espaços públicos, por sua vez, considerados como territórios físicos e políticos: a materialidade dos espaços públicos urbanos estaria atrelada diretamente a uma realização sociopolítica. Arte colaborativa, coletivos, espaços públicos, micropolítica, territorialidades e produção social do espaço foram alguns dos conceitos trabalhados nesta pesquisa.
“Arte para uma cidade sensível: Arte como gatilho para a produção de novos imaginários” – Tese Doutorado de Brígida Campbell, defendida em 2018 na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA – USP). Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 71-72, 133, 136-139, 272-281.
Disponível para download em:
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27159/tde-12072018-145203/pt-br.php
Resumo: Esta pesquisa procura abordar as práticas artísticas no espaço público brasileiro, no campo das artes visuais, na intenção de se compreender como elas se relacionam com as cidades e seus imaginários urbanos, além de entender os desdobramentos dessas obras no campo simbólico no qual elas estão inseridas. Para tanto, a pesquisa concentra-se em uma compilação de ações artísticas realizadas no espaço público brasileiro desde os anos 2000, uma análise teórica sobre tais práticas e uma reflexão sobre minha própria produção artística. Como metodologia para examinar tais questões foram abordados temas como a relação entre o público e o privado, a arte ativista, a imagem e a palavra na cidade, a performatividade urbana e o tempo e a temporalidade na cidade. A pesquisa traz também diálogos com pesquisadores do campo da arte, da geografia e do urbanismo.
“Insurgências Poéticas: Arte Ativista e Ação Coletiva (1990-2000)” – Dissertação de Mestrado de André Mesquita, defendida em 2008 no Departamento de História da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 22, 240 a 242, 249 a 250, 252, 255, 302, 304, 358 a 361 e 370.
Disponível para download em:
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-03122008-163436/
Resumo: Essa dissertação apresenta uma reflexão sobre as interseções entre práticas artísticas e ativismo contemporâneo, especialmente nas décadas de 1990 e 2000. A partir de diferentes contextos, o estudo investiga os conceitos e objetivos de uma arte coletiva e engajada socialmente, considerando seus modos de experimentação estética e expressão política. Utilizando-se de entrevistas, manifestos, textos críticos, reportagens e documentos como fotografias, vídeos e filmes, a dissertação apresenta no primeiro capítulo um histórico detalhado sobre as diversas concatenações entre arte, ativismo político e produção coletiva no século XX. No segundo capítulo, este trabalho analisa a formulação de uma “estética anti-corporativa”, baseada em táticas intervencionistas criadas por artistas e coletivos radicados nos EEUU, Espanha, França, Canadá, Austrália e Brasil. Seus projetos envolvem instalações artísticas com experimentos biológicos, mídia tática, cartografias, protestos contra a globalização capitalista, performances e Culture Jamming. O terceiro capítulo apresenta um estudo sobre o coletivismo artístico no Brasil e algumas de suas estratégias de ação, como intervenções urbanas, circuitos alternativos de produção e de distribuição, projetos com comunidades específicas e colaborações com movimentos sociais. Além disso, o texto faz uma breve reflexão sobre a atitude e o impacto destes grupos sobre o sistema de arte, caracterizado pelo apoio institucional de museus, galerias, mostras internacionais, críticos, curadores e patrocínio corporativo.
“Ativismo de Mídia: Arte, política e tecnologias digitais”
Dissertação (Mestrado em Comunicação e Cultura) de Henrique Moreira Mazetti defendida em 2008 na Escola de Comunicação da UFRJ Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 7, 8, 9, 18, 37, 119, 143 a 157, 186, 197 e 213.
Disponível para download em:
http://www.pos.eco.ufrj.br/site/download.php?arquivo=upload/disserta_hmazetti_2008.zip
Resumo: A cultura da mídia tem lugar cada vez mais central na organização da vida social. Por isso, ganham relevância práticas de contestação que tomam a mídia como ponto de partida para suas ações. Pretende-se, aqui, investigar determinadas características do ativismo contemporâneo brasileiro que, em sintonia com manifestações estrangeiras, ultrapassam a utilização instrumental dos meios de comunicação como forma de questionamento, ao trabalharem a mídia e a sua cultura como questões políticas em si mesmas. Estas atividades operam em diferentes mediações entre o consumo e a produção midiática, utilizando-se das potencialidades dos meios de comunicação e, em especial, daquelas abertas pelas mais recentes tecnologias de comunicação; do diálogo com a experimentação formal artística; e de um entendimento da ação política que orbita fora da esfera institucional e representativa, em atividades de ação direta que levam em consideração o prazer e o lúdico na capacidade de gerar transformações sociais. Além de uma revisão bibliográfica feita no intuito de abordar conceitualmente as práticas do ativismo de mídia brasileiro a partir de noções como “Mídia Tática” e “Culture Jamming”, a pesquisa ainda se ampara em estudos de caso sobre os coletivos Media Sana e Poro e sobre as redes MetaReciclagem e Mídia Tática. Esta investigação foi conduzida através da observação presencial das práticas, entrevistas em profundidade com seus promotores e acompanhamento de listas de discussão e outras ferramentas de conversação online utilizadas pelos ativistas de mídia brasileiros.
“Canteiro de Obras – deriva sobre uma cidade-pesquisa habitada por práticas artísticas no espaço público” – Dissertação de Mestrado de Brígida Campbell, defendida em 2007 na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (EBA – UFMG). Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 4, 43, 101 a 125 e 140
Disponível para download em:
http://hdl.handle.net/1843/JSSS-7WKGLS
Resumo: Essa dissertação analisa as práticas artísticas no espaço público e examina as relações existentes entre os coletivos artísticos, o ativismo político, as ações efêmeras e o trabalho do Poro – dupla de artistas de Belo Horizonte. A pesquisa se desenvolve a partir da concepção da cidade como rizoma e do mapa como entidade fragmentada e dinâmica onde os artistas inserem obras/experiências.
“Troca, soma de esforços, atitude crítica e proposição: Uma reflexão sobre os coletivos de artistas no Brasil (1995 a 2005)” – Dissertação de Mestrado de Fernanda Albuquerque, defendida em 2006 no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IA – UFRGS). Disponível para download em:
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/15844
Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 9, 35, 93, 100, 110, 112 a 113, 118 a 123, 125, 127, 130 a 132, 135 a 138, 142 a 146, 150, 158, 161, 180, 183, 186, 192-194, 197, 206, 207 e 223
Resumo: Essa dissertação aborda os coletivos de jovens artistas surgidos no Brasil ao longo dos últimos dez anos (1995-2005), a partir da análise de seu posicionamento frente ao sistema das artes. Com base em procedimentos próprios da pesquisa teórica, empírica e documental, são examinadas suas origens históricas, contexto de atuação, bem como motivações, práticas, reflexões, atividades e produção artística. Embora manifestem uma atitude crítica e propositiva frente às dinâmicas do sistema, tais agrupamentos também são marcados por uma importante dualidade em relação ao mesmo. Aborda os trabalhos de:Bijari (São Paulo/SP), Empreza (Goiás/GO), Entorno (Brasília/DF), Espaço Coringa (São Paulo/SP), Esqueleto Coletivo (São Paulo/SP), GIA – Grupo de Interferência Ambiental (Salvador/BA), Laranjas (Porto Alegre/RS), Maruípe (Vitória/ES), Neo Tao (São Paulo/SP), Pipoca Rosa (Curitiba/PR), Poro (Belo Horizonte/MG), Urucum (Macapá/AP) e Vaca Amarela (Florianópolis/SC).
“Experiências do habitar: a casa como espaço expositivo nos circuitos de arte contemporânea de Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo (2001-2010)”. Tese Doutorado de Thiago Spíndola Motta Fernandes, defendida em 2025 na Escola de Belas Artes do Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Disponível para download neste link.
Trechos ou citações sobre o Poro nas páginas 9-10, 12, 16, 160-162, 165-166, 192, 315-321, 324, 330, 347, 349, 368, 391-392.
Resumo: Esta pesquisa analisa uma prática observada entre artistas de Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo na década de 2000: a transformação de suas residências em espaços expositivos, mantendo simultaneamente a função habitacional. Oito espaços elencados para o estudo (ARCO, Casa da Grazi, Casa da Xiclet, Contemporão, Contramão, Edifício Galaxi, Espaço Bananeiras e Rés do Chão) estabelecem modos distintos de expor e de se organizar, que serão analisados e comparados por meio de registros fotográficos, fontes textuais e conversas com propositores e participantes. Partindo da hipótese de que a principal particularidade desses espaços é sua dimensão íntima e comunitária, identificamos a construção de uma categoria singular, resultante da fusão da identidade da casa com a do espaço expositivo. Esses projetos estabelecem códigos de conduta, curadoria, expografia e participação próprios, priorizando afinidades e afetos enquanto se afastam de protocolos e burocracias comuns nos espaços hegemônicos de exposição (como museus e galerias). A presença da casa – lugar de proteção, refúgio, afinidade, comunhão e intimidade – transforma a ideia de espaço expositivo, enquanto a presença do espaço expositivo redefine a função da casa.
> Verbetes
Verbete na Wikipédia:
Poro (arte urbana)
Verbete no Cidade Gráfica:
Poro
Verbete no Banco de Dados sobre Livros de Fotografia:
Grupo Poro
Verbete no Desarquivo.org:
Poro (via WayBackMachine)
Verbete no ArtMaZone:
Grupo Poro
Verbete no Coletivos em Rede e Ocupações:
Grupo Poro (via WayBackMachine)
Verbete em Vizinhos – networked art in brazil:
Grupo Poro (via WayBackMachine)
Catálogo desta exposição:
http://mileumanotas.files.wordpress.com/2008/04/catalogo_viz_scr.pdf
> Textos e Artigos disponíveis na web
Sobre a exposição na Funarte/Brasília (Poro – Urbânia 4)
Três trabalhos do Poro e um Projeto (Poro – Perdidos no Espaço FSM2005)
https://www.ufrgs.br/escultura/fsm2005/textos/poro.htm
Poro – anotações diversas ou Intervenções por uma cidade sensível (Marcelo Terça-Nada!)
https://marcelonada.redezero.org/poro-anotacoes-diversas-ou-intervencoes-por-uma-cidade-sensivel/
“Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência” (Joana do Amarante). Revista :Estúdio volume 3, n.5 (2012). Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Portugal. http://issuu.com/fbaul/docs/est__dio5_2012
Páginas 134 a 141
Resenha: Leitura obrigatório – Intervalo, respiro, pequenos deslocamentos
(resenha de Hamilton Faria – Le Monde Diplomatique, Edição 45 – Abril 2011)
Le Monde Diplomatique (via WayBackMachine)
Resenha: Poro – um grande deslocamento
(resenha de Isabel Carvalho – Revista Concinnitas junho de 2011 – ano 12 n.18 – Publicação do Instituto de Artes da UERJ).
Concinnitas 18 (via WayBackMachine)
Poro: Literatura e Intervenção urbana (Pra Ler – Rádio UFMG Educativa)
http://praler.wordpress.com/2011/11/02/veja-atraves/
Veja através (Mariana Lage)
http://conversearteexpandida.wordpress.com/2009/02/13/veja-atraves/
Poro: radicalidade e delicadeza (Leo Gonçalves)
Salamalandro
A Cidade Visível (Sergio Rosa)
http://www.overmundo.com.br/overblog/a-cidade-visivel
Arte-ativismo: interferência, coletivismo e transversalidade (André Mesquita)
Disponível em PDF no endereço: http://exerciciodacritica.files.wordpress.com/2009/05/arteativismo1.pdf
Páginas 3 e 4
Intervenção urbana: representação e subjetivação na cidade (Henrique Mazetti)
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0682-1.pdf
Páginas 10 e 11
Acertando os ponteiros (Melissa Rocha). Lindonéia#2 – Revista do Grupo de Estudos Estratégias da Arte numa Era de Catástrofes (agosto/2013). EBA/UFMG: Belo Horizonte, MG.
PDF disponível em: http://www.estrategiasarte.net.br/lindoneia/lindoneia-2 (via WayBackMachine)
Páginas 66 a 70
Garrafas no mar, da urgência à desesperança (Maria Angélica Melendi)
http://www.eba.ufmg.br/grupo/textopiti04.htm(via WayBackMachine)
A Utopia Revisitada: Aproximações e Desencantos (Maria Angélica Melendi)
Catálogo Rumos Visuais Itaú 2006-2007 (páginas 287 – 293)
Entre o afetivo e o ideológico: as intervenções urbanas como políticas pós-modernas (Henrique Mazetti)
Revista ECO-PÓS UFRJ Vol. 9, Nº 2 (2006). Páginas 131 e 132
https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/1086
(páginas 9 e 10 do PDF acima)
Resistências criativas – Os coletivos artísticos e ativistas no Brasil (Henrique Mazetti). Revista Lugar Comum – Estudos de mídia, cultura e domocracia nº 25-26. mai-dez, 2008. Páginas 105-120. Rio de Janeiro: UFRJ/LABTeC/ESS e Rede Universidade Nômade.
(artigo completo no PDF acima)
Se essa rua fosse nossa (Carol Macedo e Júlia Moysés). Revista Marimbondo nº1. Canal C, 2012. Belo Horizonte, MG.
http://www.revistamarimbondo.com.br/01/RevistaMarimbondo01.pdf
Páginas 46 a 48.
Com afeto, nas cidades (Ana Cristina D’Angelo). Revista Página 22 nº52 (maio/2011). FGV/CVces: São Paulo, SP.
http://www.pagina22.com.br (PDF)
Páginas 5 e 46 a 49.
Para a memória ficar (texto de Amália Safatle). Revista Página 22 nº53 (junho/2011). FGV/CVces: São Paulo, SP.
http://www.pagina22.com.br (PDF)
Página 50.
> Imagens e mais
Poro: Intervenções urbanas e ocupação poética – Follow The Colours
Follow the Colours
A sutileza poética do Poro – BaixaCultura.org
http://baixacultura.org/a-sutileza-poetico-ativista-poro/
Ensaio fotográfico sobre a intervenção Perca Tempo (Raissa Rena e Roney Sampaio). Revista Deriva artes.culturas.urbanidades #0 (maio/2010). Fafich/UFMG: Belo Horizonte, MG.
http://issuu.com/ronei.sampaio/docs/revista_deriva
Páginas 108 a 117
Uma Ocupação Poética dos Espaços (No Retornable – Dossiê Intervenção Urbana)
No Retornable (via WayBackMachine)
Poro 7 anos: uma retrospectiva recheada de imagens inéditas
https://virgulaimagem.redezero.org/retrospectiva-poro-7-anos/
+Azulejos de papel
https://virgulaimagem.redezero.org/poro-azulejos-de-papel/
Sob Intervenção (texto de Amália Safatle). Revista Página 22 nº77 (agosto/2013). FGV/CVces: São Paulo, SP. http://www.pagina22.com.br (PDF)
Páginas 5 e 30 a 35
> Textos em Publicações impressas
- Arte e novas espacialidades – relações contemporâneas (Verbete de Eduardo de Jesus). Livro publicado pela editora F10 Arte contemporânea, 2011. Rio de Janeiro . Páginas 96 e 101.
- Arte e Política – Revista Encontros de diálogo. Co-edição Oi Futuro e Associação Imagem Comunitária, 2012. Páginas 59 a 81. Rio de Janeiro, RJ.
- Inconsciente Coletivo (Daniela Labra). Revista Simples nº32 Maio/Junho 2005. Páginas 62 a 67. São Paulo: Wilde Cross Media.
- Entre o museu e o outdoor. Revista Super Interessante. Edição 216 Agosto 2005. Páginas 78 a 82. São Paulo, SP.
- Cidades Sitiadas. Caderno Sinapse – Folha de São Paulo. Nº 38. 30 de Agosto de 2005. Páginas 3, 20 a 22. São Paulo, SP.
- Muito além do ateliê. Revista Aplauso nº67. Ano 7 – 2005. Páginas 14 e 15. Porto Alegre, RS
- Arte na rua: pós-graffiti e intervenções. Revista Mondana nº0 inverno 2005 . Página 48-58. Belo Horizonte, MG
- Poro: ativando espaços e temporalidades (Ludmila Britto). Catálogo do Fiar 3 Festival de Artes Visuais do Recôncavo. 2013. Salvador, BA. – Páginas 64 a 67
- Nessa rua tem um rio. Instituto Undió: Belo Horizonte, MG. 2012. Páginas 8, 13, 16, 45, 52
- Demonstrating Relevance: Response-Ability – Theory, practice and imagination of socially responsive communication. Faculty for Social Sciences, University of Ljubljana & Memefest: Slovenia. Página 320
> Outros textos que citam o Poro ou algum de nossos trabalhos
Balões Vermelhos/Siga Sem pensar: Intervenção GIA+Poro
https://virgulaimagem.redezero.org/intervencao-giaporo-no-vac/
Cidade Sustentável (Gira-me)
http://girame.wordpress.com/2008/08/25/cidade-sustentavel/
Campo Coletivo
https://virgulaimagem.redezero.org/campo-coletivo/
Encontro de Coletivos Brasil-Espanha (Intermedialogia)
http://intermediae.es/project/intermediae/blog/qg_do_gia (via WayBackMachine)
http://intermediae.es/project/intermediae_en/blog/qg_do_gia_ (via WayBackMachine)
http://intermediae.es/project/intermediae/blog/colectivos_participantes_en_los_encuentros_en_qg_do_gia (via WayBackMachine)
Reverberações 2004
Primeiro encontro nacional de coletivos de arte (via WayBackMachine)
+Poro no Vírgula-imagem:
https://virgulaimagem.redezero.org/?s=poro
(diversos textos e notícias)
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Apenas citações pontuais
Resistência nômade: arte, colaboração e novas formas de ativismo na Rede (Fernando do Nascimento Gonçalves). E-Compós (Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação) – Vol. 9 (Agosto de 2007 ). Página 15. Pdf disponível no endereço: http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/viewFile/158/159
Resiliencia creativa y câmbios sistêmicos / Creative resilience and systemic changes (Flávia Vivacqua). ARTECONTEXTO Nº 27 (2010 / 3). Madrid, Espanha.
http://issuu.com/artecontexto/docs/n27_entero
Páginas 22 a 31
Digitofagia: net_cultura 1.0 (Ricardo Rosas e Giseli Vasconcelos org.) página 198, texto “Coletivos: Ações Ontem e Hoje” de Daniela Labra. São Paulo: Radical Livros/Comum Lab, 2006.
http://publicacoes.midiatatica.info/netcultura_digitofagia.pdf
Nome: Coletivos, Senha: Colaboração (Ricardo Rosas)
http://www.rizoma.net/interna.php?id=170&secao=intervencao
Ativismo midiático, redes sociais e novas tecnologias de informação e Comunicação (Henrique Mazetti)
http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2007/resumos/R0688-2.pdf
Página 5
Abra os olhos para a arte urbana (Planeta Sustentável)
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/conteudo_274297.shtml?pag=1
Nuit Blanche
http://artistesalabastille.free.fr/nuitblanche/nuit blanche 1.pdf
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